SÃO PAULO (vem chegando, chega mais) – Fase difícil. A distância não tá dando chance. Falta inspiração. Mesmo assim, sempre tem notícia nova por ai. Já fiquei sabendo que o 2ois Toques tá fazendo escola e com filhos bastardos por ai. De repente, essas coisas acontecem e você só fica sabendo no burburinho dos reais aposentos. Enfim, coisas da vida. Não vai dar pra retomar o passado nesse post, nem vou gastar outros 42 com as idéias que passaram e não conseguiram vingar na hora. Mas, seguem algumas besteiras que se passaram pela cabeça nesse tempo longe.
A editoria que cuida de esportes aqui na redação é a que mais vem sofrendo com a fase difícil. Desacreditada em tudo, nem as Olimpíadas deram ânimo a ela. A festa chinesa foi bonita, isso foi. Tá na cara que eles vão dominar o mundo capitalista ao seu melhor estilo. Auto-predação. A força assentada nas massas. Não vai sobrar espaço pra respirar no aperto. Ainda longe, caiu até uma lagriminha ao ver o Cielo no pódio. Coisa de panaca que sentiu verdade na emoção, ao contrário da de dona Maurren que agradeceu até o Galvão. Vi um pouco do passeio plástico norte-americano nas quadras de basquete, do desastre brasileiro nos gramados, do orgulho das meninas vice-campeãs (mais uma vez) e sem ajuda de ninguém, da bela e bem merecida conquista de Zé Roberto e suas meninas, da alegria e pernadas de Bolt e da supremacia Phelps. Essas coisas sempre mexem com os mais fracos. Mesmo aqueles que não acreditam em espiritos olimpicos ou histórias da carochinha do esporte capitalista.
O Brasileirão tá pegando fogo, como disputa é claro, não como futebol muleque que todos nós desejamos, mas isso vai ficar pra daqui a pouco. Afinal, ainda estamos retomando o ritmo de jogo e amanhã é dia de branco. Esse post ainda deve crescer como sessão remember.
PS 1: Náufrago é um ótimo filme para um domingo caseiro. Da até um aperto e aparecem umas dúvidas. Vai dizer que não ficou triste com a partida do Wilson?
PS 2: Adele também é uma boa pedida pra quem gosta de Amy e Bjork, não necessariamente aos domingos. Uma ligação muito mais de cordas vocais do que letras e sons. Feliz encontro.