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	<title>2OIS TOQUES</title>
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	<description>Desmontando a marcação. Toca e sai... toca e sai... sai</description>
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		<title>O dia em que Estive Wonder</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 01:53:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>schreiner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Redação]]></category>

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		<description><![CDATA[RIO DE JANEIRO (lunettes magiques, oh lalalala) – Ele é cego, gordo, preto, tem 61 anos, energia e amor pra muito menino e velhinho ficar com inveja. Isso é só um pouco do que Stevie Wonder trouxe ao palco do “Rock” in Rio na última quinta-feira, 29 de novembro. Dia que ficou na mente, coração, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=217&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://doistoques.wordpress.com/2011/10/04/o-dia-em-que-estive-wonder/"><img src="http://img.youtube.com/vi/V7KK3cqbBoo/2.jpg" alt="" /></a></span><img src="http://doistoques.wordpress.com/wp-admin/" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> RIO DE JANEIRO (lunettes magiques, oh lalalala) – Ele é cego, gordo, preto, tem 61 anos, energia e amor pra muito menino e velhinho ficar com inveja. Isso é só um pouco do que Stevie Wonder trouxe ao palco do “Rock” in Rio na última quinta-feira, 29 de novembro. </span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Dia que ficou na mente, coração, fígado e sangue de quem gosta deste negócio doido chamado música. Um cara que faz sua conexão com o mundo, principalmente, pelos ouvidos e pelas cordas vocais tem muito a ensinar dessa arte pra muita Ke$ha, professores e panacas como eu e você nesta vida. </span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Quem estava aberto a essa viagem com certeza aproveitou a 1h55min52s até a última nota, mesmo com os 20 minutos de atraso, os problemas com microfone no começo do show e a dificuldade de acompanhar o mestre em seus pedidos. Afinal, tinha gente (eu e uns quatro doidões do bonde sem freio SP-RJ) que tava ali há 10 horas soltando as coisas, teve gente que veio fazer bate-e-volta de Florianópolis pra ver Jamiroquai e teve gente que nem sabe pra que veio. Coisas que muito crítico da janelinha da área vip da zona sul da &#8220;Cidade do Rock&#8221; não vê não. </span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">Começar com Marvin Gaye já descendo até o chão é pra poucos, passar por Michael Jackson é demais, ver e ouvir Jobim, Antonio Carlos e Jocafi na voz de Stevie Wonder não é propaganda de cartão de crédito. É a vida como ela é. Imperdível.</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">A primeira metade do show foi mais devagar e com menos hits. Ele foi numa crescente até o ápice de seus sucessos de abalar os corações mais duros. “My Cherie Amour” e &#8220;Signed, Sealed Delivery” foram o ecstasy para alguns. Uns já piraram em “Visions” logo no começo mais lento, tem aqueles que empalharam em “Overjoyed” só piano e voz. Foi muito romance jogado no ar. E claro que “Superstition” ao lado da cara de menina-mulher-sapeca-arrasa-palco Janelle Monáe foi um presente. Tesouro. Muito tetê. </span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">Claro que o show foi irregular. Qualquer pessoa in love, seja pelo público, seja por quem for, por o que for, é levada a fazê-lo. Deve ser impossível não querer aproveitar ao máximo a voz de 100 mil pessoas ao seu lado e prontas pra conversar com você o tempo todo. Ele se perdeu. Ele fez os músicos se perderem, ele fez a filha se perder em “Garota de Ipanema”. Fez me perder no texto. Não seguiu script. Criou ao compasso do seu coração e sorrisos. Nos deu um dia de Estive Wonder. Obrigado por ter vindo.  </span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia;">SETLIST DA ENCRENCA</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">&#8220;How Sweet It Is (To Be Loved By You)&#8221; (cover de Marvin Gaye)<br />
&#8220;My Eyes Don&#8217;t Cry&#8221;<br />
&#8220;Master Blaster (Jammin&#8217;)&#8221;<br />
&#8220;The Way You Make Me Feel&#8221; (cover de Michael Jackson)<br />
&#8220;Higher Ground&#8221;<br />
&#8220;Visions&#8221;<br />
&#8220;Living for the City&#8221;<br />
&#8220;Don&#8217;t You Worry &#8216;Bout a Thing&#8221;<br />
&#8220;Garota de Ipanema&#8221;<br />
&#8220;Você Abusou&#8221;<br />
&#8220;Send One Your Love&#8221;<br />
&#8220;Overjoyed&#8221;<br />
&#8220;My Cherie Amour&#8221;<br />
&#8220;Signed, Sealed, Delivered, I&#8217;m Yours&#8221;<br />
&#8220;Sir Duke&#8221;<br />
&#8220;I Wish&#8221;<br />
&#8220;Isn&#8217;t She Lovely&#8221;<br />
&#8220;You Are the Sunshine of My Life&#8221;<br />
&#8220;I Just Called To Say I Love You&#8221;<br />
&#8220;Superstition&#8221;<br />
&#8220;As&#8221;<br />
&#8220;Another Star&#8221;<br />
</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"><span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;line-height:19px;">PS: Claro que não ia reclamar de ouvir “Lately”, “Part Time Lover” e mais tantas outras no bis solitário de “Another Star”. Mas, isso sim deve ter sido ensaiado. Pra ficar aquele gostinho de quero mais. Mais um baile nos meninos. Pra ver o show completo, enquanto o YouTube e o olho grande deixar, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=V7KK3cqbBoo">aperte o verde.</a></span></span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> </span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/doistoques.wordpress.com/217/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/doistoques.wordpress.com/217/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/doistoques.wordpress.com/217/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/doistoques.wordpress.com/217/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/doistoques.wordpress.com/217/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/doistoques.wordpress.com/217/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/doistoques.wordpress.com/217/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/doistoques.wordpress.com/217/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/doistoques.wordpress.com/217/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/doistoques.wordpress.com/217/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/doistoques.wordpress.com/217/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/doistoques.wordpress.com/217/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/doistoques.wordpress.com/217/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/doistoques.wordpress.com/217/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=217&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Midnight in Sao Paulo</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 17:35:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>schreiner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Redação]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO PAULO (cheiro de cama quente é foda) – A memória é traiçoeira, mas lá vai. Parecia já tarde da noite, ou melhor, um fim de tarde. Não, Não. Era começo de noite mesmo. Futebol entre os amigos como sempre vem a calhar e alegra os corações. Dessa vez tinha gente nova no pedaço. O [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=214&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><img src="http://doistoques.wordpress.com/wp-admin/" alt="" width="1" height="1" border="0" /><span style="font-family:Georgia;"> SÃO PAULO (cheiro de cama quente é foda) – A memória é traiçoeira, mas lá vai. Parecia já tarde da noite, ou melhor, um fim de tarde. Não, Não. Era começo de noite mesmo. Futebol entre os amigos como sempre vem a calhar e alegra os corações. Dessa vez tinha gente nova no pedaço. O cara já tinha sido profissional, estava se despedindo de todos. Soltou alguns passes precisos e logo teve que deixar o gramado. A peleja tava boa, mas teve que ser interrompida, pois o Chico havia chegado. Corta pro posto de combustíveis</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> A roda já tava formada. Roda grande, não gigante como de costume. Feita por amigos dele e do outro no violão. Os primeiros acordes começaram. Não tinham cheiros de gasolina ou álcool no ar. A coisa era inodora. Nããão! Não a música, que tava ótima por sinal. Não sabia direito o que tocavam, mas seguia hipnotizado. Não conseguia tirar os olhos das mãos dançando pelos braços dos violões. Coisa de profissional. Vidrado, tentava tirar proveito de cada movimento. A juventude cada vez chegava mais perto. O clima foi esquentando. Corta pra perto da bomba.</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">Chico parecia querer um pouco de distância. Achei que tinha se enchido de tanta gente, tanta notícia. Nada disso. Começou a cantar um daqueles sucessos. O coro foi engrossando. Coisa de festival. Livrei-me da hipnose e também soltei o ar dos pulmões. Corta pra moça na cadeira.</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">Tá brincando. Ela também veio? Não é aquela moça? Isso mesmo, a tal. A Gal. Ali dando uma força pro Chico que não tem aquela voz. Isso é muito louco. Eu, os meninos, as meninas, Chico, Gal, o violeiiro, álcool, gasolina&#8230; Coisa de filme mesmo. Filme? Acorda. Abre o olho. Corta pro travesseiro.</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"><em><strong>PS:</strong></em> desde sempre a ideia aqui foi dar vazão a impressões. Sei das falhas de meus argumentos, mais sensitíveis que racionais. Certo, Brown? Comparar os filmes abaixo realmente não é viável. Woody é genial. Mas não me pegou. O outro é bom. Mas a velhinha é foda. Deve ser saudade da vozinha. Té.</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/doistoques.wordpress.com/214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/doistoques.wordpress.com/214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/doistoques.wordpress.com/214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/doistoques.wordpress.com/214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/doistoques.wordpress.com/214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/doistoques.wordpress.com/214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/doistoques.wordpress.com/214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/doistoques.wordpress.com/214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/doistoques.wordpress.com/214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/doistoques.wordpress.com/214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/doistoques.wordpress.com/214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/doistoques.wordpress.com/214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/doistoques.wordpress.com/214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/doistoques.wordpress.com/214/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=214&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Melhor meia noite com Margueritte que tardes em Paris</title>
		<link>http://doistoques.wordpress.com/2011/06/29/melhor-meia-noite-com-margueritte-que-tardes-em-paris/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 21:57:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>schreiner</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO (Friiiiio. Pedrão, fecha a porta da área, faz favô) – Cabeça vazia é a casa do diabo, diria a minha e muitas vovozinhas nesse mundão afora. Exemplos não faltam para comprovar ou negar tal ideia. “La Tête em Friche” (“Minhas Tardes com Margueritte”, de Jean Becker) é um daqueles filmes que vêm para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=204&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><a href="http://doistoques.files.wordpress.com/2011/06/la_tete_en_friche.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-208" title="La_Tete_en_Friche" src="http://doistoques.files.wordpress.com/2011/06/la_tete_en_friche.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a><img src="http://doistoques.wordpress.com/wp-admin/" alt="" width="1" height="1" border="0" /><span style="font-family:Georgia;"> SÃO PAULO (Friiiiio. Pedrão, fecha a porta da área, faz favô) – Cabeça vazia é a casa do diabo, diria a minha e muitas vovozinhas nesse mundão afora. Exemplos não faltam para comprovar ou negar tal ideia. “La Tête em Friche” (“Minhas Tardes com Margueritte”, de Jean Becker) é um daqueles filmes que vêm para quebrar com tal pensamento transmitido de geração em geração. </span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"><br />
Nele, Gérard Depardieu interpreta Germain Chazes, um homem mal-tratado por sua mãe desde a infância, bullingnado (já que tá na moda) por seus amigos e colegas, desde os tempos de colégio até a idade adulta, por seu quase anafalbetismo, e que vive de bicos e da ajuda de alguns em uma cidadezinha na França. Seria o protótipo perfeito para um desastre de pessoa nos padrões atuais. </span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Seria, mas, contra a premissa da vovozinha, nesse projeto o diabo não achou espaço. Nada contra diabruras, muitas vezes bem saudáveis. É justamente nessa mente vazia que uma bela relação de amor encontra, sem pieguices hollywoodianas, espaço para florescer.</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Margueritte (Gisèle Casadesus), flor rara já com algumas de suas pétalas atingidas pelo tempo, se nutre da curiosidade tímida e quase infantil do grandalhão para transmitir seu gosto por histórias e pelos livros. Em pouco tempo, seus encontros na praça rodeados por pombas, fantasia e emoção mexem com a “tête” dos dois. Neles, ambos encontram novos motivos para seguir seus enredos. Encher seus cotidianos, para alguns vazios, de novas vidas. </span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> <a href="http://doistoques.files.wordpress.com/2011/06/meia-noite-em-paris.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-210" title="Meia-Noite-em-Paris" src="http://doistoques.files.wordpress.com/2011/06/meia-noite-em-paris.jpg?w=202&#038;h=300" alt="" width="202" height="300" /></a>Novas vidas, ou melhor, velhas vidas também são tema de “Meia noite em Paris” (“Midnight in Paris”) de Woody Allen. A sacada genial, como diria meu ex-chefe, do velho Woody de colocar o protagonista (seu alter-ego?) em uma viagem no tempo para viver a efervecente cena cultural de Paris dos anos 1920 não dá frutos ao fim.</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Um Owen Wilson, muitas vezes cópia piorada de atuações do ator Woody Allen, não consegue emocionar mesmo com a sacada genial (pra você ex-chefe) da possibilidade de tal experiência. As festas e descobertas ao lado do casal Fitzgerald, de Picasso, Dali, Buñel, Hemingway e outros servem apenas para reforçar seus estereótipos. Dali, o louco, Hemingway, o bruto, Picasso, o adúltero&#8230; e assim vai. </span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Pena, pois ao cabo não existe uma simples emoção que tais vidas e experiências poderiam gerar ao romancista que quer abandonar a carreira bem sucedida de roteirista de cinema em Hollywood, ou ao expectador envolto pelo cheiro de pipoca com manteiga.</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia;">Tá certo que a ideia sobre a nostalgia de um tempo que não vivemos é interessante. Que se vivido perderia sua graça e tal. Não vou negar que ri em certas partes, como também o fiz com Depardieu. Mas minha cabeça vazia não se lembra de perder a razão, um simples suspiro ou uma lágrima. Naquela meia noite ficam somente um monte de referências para os entendidos e eruditos de plantão. Prato cheio para os pedantes de carteirinha. Melhor uma tarde como um burro qualquer. Não é, Margueritte?. Pedante? Eu? Ahhhh.</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/doistoques.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/doistoques.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/doistoques.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/doistoques.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/doistoques.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/doistoques.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/doistoques.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/doistoques.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/doistoques.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/doistoques.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/doistoques.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/doistoques.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/doistoques.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/doistoques.wordpress.com/204/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=204&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Buena vista de nossas memórias</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 03:13:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>schreiner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Redação]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO PAULO (cansado da peleja e de safadeza) – Pra variar aquele ritmo lento e sempre atrasado. Coisas já explicadas no perfil deste lugar. Acontece. Pode-se dizer que é parte do movimento sloooooooooooooooooooooooooooowww bloguing. Enfim, a memória da gente é uma coisa doida. Quando a gente menos espera, ela joga coisas na nossa cara como [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=198&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://doistoques.files.wordpress.com/2011/05/buena-vista.jpg"><img src="http://doistoques.files.wordpress.com/2011/05/buena-vista.jpg?w=200&#038;h=300" alt="" title="Buena vista" width="200" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-199" /></a>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><img src="http://doistoques.wordpress.com/wp-admin/" border="0" alt="" width="1" height="1" /><span style="font-family:Georgia;"> SÃO PAULO (cansado da peleja e de safadeza) – Pra variar aquele ritmo lento e sempre atrasado. Coisas já explicadas no perfil deste lugar. Acontece. Pode-se dizer que é parte do movimento sloooooooooooooooooooooooooooowww bloguing. Enfim, a memória da gente é uma coisa doida. Quando a gente menos espera, ela joga coisas na nossa cara como se fossem hoje. Pois foi assim que, perdido em um lugar desses em que muitos acabam com a cara cheia de cachaça, que os acordes de Campay Segundo, também conhecido como Chan Chan, fizeram volver uma dessas lembranças da vida. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Buena Vista Social Club não é novidade pra ninguém. Mas é daquelas coisas que marcam a gente como o cheiro de dama da noite nas pedaladas da infância perto do mar. E foi assim que as imagens de uma noite tranquila entre amigos em uma cidadezinha, também no litoral, invadiram o córtex sem serem convidadas. Ibrahim Ferrer já não estava entre nós, enquanto Omara Portuondo lembrava seus sucessos no palco instalado em um teatro de arena aberto às estrelas. Mulher daquelas que encantam com delicadeza e força sem violência ou arrogância. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Claro que a banda não era aquela formação do filme. Não sou fã de franchisings na música. Aquelas coisas que fazem sucesso e depois dão origem a 457 formações com o mesmo nome. Mas aquela que estava no palco de Golfe-Juan era coisa nossa. O Guajiro Mirabal? É coisa nossa. E o Manuel Galbán? É coisa nossa. E o Jesús &#8216;Aguaje&#8217; Ramos? É coisa nossa. E o Barbarito Torres? Tudo coisa nossa. Digo, dos cubanos, mas nossa também depois que entram na nossa vida sem precisar de convite.  </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Ver esses cabras soltando as coisas que soltam de seus intrumentos com aquela humildade dos seguros e originais é foda. Mas, como toda lembrança, tudo isso se perde na mente do mesmo jeito que veio. Sem pedir licença nem se despedir. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">PS:  Agora bateu uma dúvida aqui. Por que a gente não vê ou ouve tanto as músicas dos nossos vizinhos aqui na terrinha? Seria algo do tipo: tão perto dos EUA e tão longe dos deuses? Tá bom,exagerei na parte das divindades agora. Mas a dúvida persiste. Lembro de não muito longe, ouvir “Quizás, Quizás, Quizás” na vitrola de um tio. Ouvi outro dia com Ibrahim e Omara, Coisa nossa também. Vale a pena. </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/doistoques.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/doistoques.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/doistoques.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/doistoques.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/doistoques.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/doistoques.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/doistoques.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/doistoques.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/doistoques.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/doistoques.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/doistoques.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/doistoques.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/doistoques.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/doistoques.wordpress.com/198/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=198&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Especialidades do fundo do nosso quintal</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 17:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>schreiner</dc:creator>
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		<description><![CDATA[NICE (e vamos botar água no feijão&#8230;) Pra quem se perde nos nomes tupiniquins e nos sabores do fundo do nosso quintal, nesse Brasilzão de deus: Urucum: condimento de cor vermelha, preparado à base de sementes dissecadas e trituradas da planta urucu. Também usado na coloração de queijos. Matéria-prima do colorau. Aviú: crustáceo muito pequeno [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=186&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://doistoques.files.wordpress.com/2010/10/dsc_02631.jpg"><img src="http://doistoques.files.wordpress.com/2010/10/dsc_02631.jpg?w=500&#038;h=334" alt="" title="DSC_0263" width="500" height="334" class="aligncenter size-full wp-image-189" /></a></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><img src="http://doistoques.wordpress.com/wp-admin/" border="0" alt="" width="1" height="1" /><span style="font-family:Georgia;">NICE (e vamos botar água no feijão&#8230;) Pra quem se perde nos nomes tupiniquins e nos sabores do fundo do nosso quintal, nesse Brasilzão de deus:</p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> <strong> Urucum:</strong> condimento de cor vermelha, preparado à base de sementes dissecadas e trituradas da planta urucu. Também usado na coloração de queijos. Matéria-prima do colorau.</p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">  <strong>Aviú:</strong> crustáceo muito pequeno semelhante ao camarão. Encontrado, principalmente, nos rios do Pará. Normalmente, após pescado já é salgado e seco </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">  <strong>Cumaru:</strong> semente do fruto cumaru também usada para fazer perfumes. Como a baunilha, serve para aromatizar pratos.</p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">  <strong>Farinha d`água: </strong>farinha de mandioca de textura grossa, com grãos resistentes, muito utilizada na região amazônica.</p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> <strong> Farinha de tapioca:</strong> farinha granulosa de mandioca. Usada para fazer bolos, pudins, panquecas.</p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">  <strong>Puxuri:</strong> semente em formato de avelã utilizada em sopas ou para aromatizar azeite. </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/doistoques.wordpress.com/186/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/doistoques.wordpress.com/186/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/doistoques.wordpress.com/186/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/doistoques.wordpress.com/186/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/doistoques.wordpress.com/186/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/doistoques.wordpress.com/186/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/doistoques.wordpress.com/186/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/doistoques.wordpress.com/186/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/doistoques.wordpress.com/186/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/doistoques.wordpress.com/186/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/doistoques.wordpress.com/186/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/doistoques.wordpress.com/186/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/doistoques.wordpress.com/186/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/doistoques.wordpress.com/186/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=186&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Luz brasileira entre as “Estrelas de Mougins”</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 16:53:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>schreiner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Redação]]></category>

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		<description><![CDATA[MOUGINS (você sabe o que é caviar? Nunca vi nem&#8230;) – No último final de semana, a cerca de oito quilômetros de Cannes, 38 chefs se reuniram para celebrar a boa cozinha e a arte de viver bem na pequenina Mougins, no sul da França. No meio de sete tendas e de 15 estrelas do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=171&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://doistoques.files.wordpress.com/2010/10/dsc_0259.jpg"><img src="http://doistoques.files.wordpress.com/2010/10/dsc_0259.jpg?w=199&#038;h=300" alt="" title="DSC_0259" width="199" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-178" /></a></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><img src="http://doistoques.wordpress.com/wp-admin/" border="0" alt="" width="1" height="1" /><span style="font-family:Georgia;"> MOUGINS (você sabe o que é caviar? Nunca vi nem&#8230;) – No último final de semana, a cerca de oito quilômetros de Cannes, 38 chefs se reuniram para celebrar a boa cozinha e a arte de viver bem na pequenina Mougins, no sul da França. No meio de sete tendas e de 15 estrelas do Guia Michelin espalhadas entre os chefs, na quinta edição do “Estrelas de Mougins”, uma brasileira deu o seu toque especial. Ana Trajano, chef do “Brasil a Gosto” de São Paulo, mostrou nos dois dias da festa “o que que o Brasil tem”. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">O cenário do evento é conhecido por sua dedicação ao estudo e preparo de pratos de alta qualidade. Frutas, verduras, carnes e temperos são tratados com extremo cuidado e técnica nas cozinhas da cidadezinha. O maior destaque é o “Le Moulin de Mougins”, do chef Roger Vergé, três estrelas no Guia Michelin. O restaurante é um dos mais disputados da França, endereço certo de estrelas de Hollywood, principalmente, durante o festival internacional de cinema de Cannes. Conseguir uma mesa lá é praticamente impossível nessa época. Neste ano, a organização do festival resolveu homenagear as mulheres. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Anne-Sophie Pic, a única chef na França com três estrelas no Guia Michelin de restaurantes, foi escolhida como madrinha do evento que tinha como slogan: “Aqui o chef&#8230; é uma mulher!”. Ana Trajano era uma das convidadas. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">Essa não foi a primeira vez que brasileiros participaram do festival. Alex Atala e Roberta Sudbrack estiveram na festa em 2008. Com sua roupa de chef devidamente vestida, faca e tábua preparadas, Ana Trajano dava continuidade à divulgação da gastronomia brasileira em terras estrangeiras.</p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">Urucum, aviú, cumaru, farinha d`água, farinha de tapioca, castanha do Pará, feijão de Santarém, puxuri, açaí e tambaqui foram alguns dos ingredientes que deixaram o público de boca aberta e olhos brilhando no último dia do banquete.</p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">Uma das mulheres na plateia contava com entusiasmo o número de ingredientes a dois rapazes que chegaram atrasados. “Vocês precisavam ter visto. Ela trouxe um monte de coisa do Brasil e passou por todo mundo. Foi demais. Muito gentil”, dizia. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Já um jovem casal fazia cara feia devido à quantidade de informações da apresentação. “Para que tanta coisa? Não estou entendendo nada”, falava o rapaz à namorada, enquanto olhava no telão as fotos selecionadas por Ana Trajano.</p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">Enquanto a sub-chef Ligia Tavares esquentava o fogão e dava início ao preparo do prato principal, Ana Trajano chamava a atenção do mediador e da intérprete perdidos na variedade de temperos. Era hora de esmiuçar os segredos da caldeirada de Tambaqui com farofa de castanha do Pará. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">“Vem aqui. Agora vou ensinar a tirar a espinha dele de um jeito fácil, sem estragar a carne”, falava a chef com a faca no lombo do peixe. Apenas alguns cortes depois, estavam prontos quatro belos filés com as escamas. Tomates e pimentões vermelhos sem pele, misturados ao molho de urucum, davam cor à bancada equipada com duas câmeras fixas. Ana Trajano também explicou a uma das espectadoras que o tambaqui não era indispensável na receita do prato. Ele poderia ser substituído, desde que fosse por outro peixe com alta porcentagem de gordura. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> <strong>Convite</strong></p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> A chef do “Brasil a Gosto” foi convidada para a festa internacional de Mougins quando participava do evento “Prazeres da Mesa” em São Paulo. “Um dos ‘olheiros’ do festival me vez o convite lá. Ele é como um selecionador de novos chefs”, conta. Antes de estar na cidade que é um dos símbolos da gastronomia francesa e mundial, a chef de 32 anos passou pelo restaurante “Bon-Bon” em Bruxelas, na Bélgica, também a convite do tal “olheiro”.<br />
“Luto para que a nossa cozinha seja reconhecida fora do país e pelos próprios brasileiros. Tem gente que adora comer um tutu de feijão, mas quando faz um jantar para os amigos prefere preparar um risoto ou algo assim”, provoca.  </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">Inspirada pelo clima tranquilo e festivo do lugar, a chef do “Brasil a Gosto” foi além da defesa da cozinha nacional e destacou o papel da gastronomia como algo cultural e educativo. “É importante mostrar para as crianças desde cedo o que tem de saudável e gostoso. Faço isso com meu filho Pedro de cinco anos”, conta a futura mãe de Antoine em seu quinto mês de gestação.  </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">“A comida muda as pessoas. Tem gente que passa a se vestir bem, a estudar, a viajar por causa dela”, diz. A cidade-sede do mítico “Le Moulin de Mougins”, de Roger Vergé, e o “Festival Internacional da Gastronomia e da Arte de Viver” são provas desse espírito. Saúde.   </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/doistoques.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/doistoques.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/doistoques.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/doistoques.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/doistoques.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/doistoques.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/doistoques.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/doistoques.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/doistoques.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/doistoques.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/doistoques.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/doistoques.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/doistoques.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/doistoques.wordpress.com/171/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=171&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Simplesmente um Beatle</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 22:51:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>schreiner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Redação]]></category>

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		<description><![CDATA[NICE (isso mesmo, calor, praia e peitinhos) – Ele não merecia isso, é verdade. Não que eu sempre tenha ido com a cara do sujeito, mas ele é um safado de um beatle e não merecia um texto tão tardio. Tudo bem que gosto mais dos que estão no céu. Não pelas músicas deles, pois [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=161&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><img src="http://doistoques.wordpress.com/wp-admin/" border="0" alt="" width="1" height="1" /><span style="font-family:Georgia;">  NICE (isso mesmo, calor, praia e peitinhos) – Ele não merecia isso, é verdade. Não que eu sempre tenha ido com a cara do sujeito, mas ele é um safado de um beatle e não merecia um texto tão tardio. Tudo bem que gosto mais dos que estão no céu. Não pelas músicas deles, pois o outro também é muito bom. Tem até amigo que diz que ele era o melhor. Certeza que tem um pocado de talento. Mas por que acho que a banda acabou mais por causa dele do que pela Yoko. Sempre culpam a mulher. Entendo. Mesmo assim, ele não merecia esse desaforo de minha parte.  </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Confesso que mudei um pouco de opinião depois do show que vi nas terras dos homenzinhos que viram duendes e acham que sabem beber cana. Minha ideia inicial era ver o velhinho na terra da rainha, sua terra natal. Mas a grana não ia dar conta do recado. Arrumei um esquema mais em conta na terra da Guinness. E ai, fomos supreendidos novamente. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> O velhote de 68 anos (tá no Wikipédia, 42 pra 2002, 60, mais 8, 68, certo?) tá pra lá de em forma. Tem muito Red Hot Chili Spears que não guenta o tranco. Por essas e outras, o seu Paulo mudou um pouco minha falta de empatia por sua pessoa. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">Sim, ele tem 47 mil hits. Todo mundo sabe suas músicas. Ele tocava na banda mais famosa da estratosfera. Ele já fez parceria com deus e o rei do pop. Ele homenageia Jimmy Hendrix no meio do show. Ele agrada as velhotas que sempre quiseram ser suas girls com “The Long And Winding Road”. Ele balança os velhotes que sempre sonharam em ser um beatle com “Get Back”. Ele chacoalha a moçada que tenta tocar baixo igual a ele no Beatles Rock Band com “Day Tripper”. Ele cala os críticos quando eles pulam feito crionçinhas ao som de “Helter Skelter”. Sim, ele também tem música do James Bond com direito a fogos a lá 007 sincronizado com o ritmo da música. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">É isso. O sir Paul McCartney é isso. Um velhote que já foi um beatle, já viu muita água passar debaixo da ponte e segura um show de 3 horas como um adolescente. Fora as atuações teatrais como um legítimo irlandês ao imitar os homenzinhos verdes da área vip do show: “Yes, I lôv you tuuuuu”.  </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;">PS: Só a música dedicada ao beatle João que não convenceu muito. A homenagem ao George pareceu mais sincera. Teve fotinho, video e tudo. Já o João ficou só na imaginação. </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/doistoques.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/doistoques.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/doistoques.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/doistoques.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/doistoques.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/doistoques.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/doistoques.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/doistoques.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/doistoques.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/doistoques.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/doistoques.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/doistoques.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/doistoques.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/doistoques.wordpress.com/161/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=161&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Ainda é tempo pra viver feliz</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 23:16:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>schreiner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Redação]]></category>

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		<description><![CDATA[LISBOA (futebol na telinha, Curi vacila e saudade) – Tá certo. Faz tempo mesmo. Não queria ter demorado tanto pra escrever sobre o Arlindo. Mas, quando comecei a escrever aqui, decidi que nunca seria uma obrigação. A quantidade de dias longe deve ser o lado Renato atuando livremente no trio que carrega a redação nas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=162&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://doistoques.files.wordpress.com/2010/06/arlindo.jpg"><img src="http://doistoques.files.wordpress.com/2010/06/arlindo.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" title="arlindo" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-164" /></a>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><img src="http://doistoques.wordpress.com/wp-admin/" border="0" alt="" width="1" height="1" /><span style="font-family:Georgia;">LISBOA (futebol na telinha, Curi vacila e saudade) – Tá certo. Faz tempo mesmo. Não queria ter demorado tanto pra escrever sobre o Arlindo. Mas, quando comecei a escrever aqui, decidi que nunca seria uma obrigação. A quantidade de dias longe deve ser o lado Renato atuando livremente no trio que carrega a redação nas costas.</p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Bom, vamos ao assunto, se é que ainda me lembro daquele show. Tá bem. Ficou marcado na memória. Daquelas coisas feito marca de ferro quente na bunda de boi. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Naquela noite a quadra da Peruche ia ter presença de gala no palco. Tudo indicava que a fila pra comprar o ingresso ia estar dando a volta no quarteirão. Por isso, a pressa para sair do trabalho e seguir direto pra ponte do Limão. Nada. Nem existia fila às 20h daquela sexta-feira. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Melhor assim. Deu tempo de tomar aquela na padaria e comer um negocinho antes do espetáculo. Na quadra a tranquilidade seguia. Nem a proximidade dos primeiros acordes fez o salão ficar lotado. São Paulo tem dessas. Evento de gala, com músicos de primeira e a preços honestos, sem ter uma presença massissa do público. Acontece. Coisa de eventos sem grande divulgação e fora do circuito “Hall”de espetáculos. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Arlindinho, como diz uma amiga que gosta um pouco do rapaz, veio com o show pra lá de ensaiado para a MTV. Confesso que esse tipo de apresentação não é das minhas favoritas. Parece que você está assistindo ao CD ao vivo. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Mas, o Arlindinho rapidamente conquista a gente com aquela voz quase desafinada e seu banjo pra lá de envolvente. O batuque da cozinha é até difícil de comentar. Fico sempre impressionado como esses músicos conseguem simular com precisão até mesmo baterias inteiras de escolas de samba. Mandinga de nego véio. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> O set list era o mesmo do CD. Difícil é resistir à beleza de o “Meu Lugar”, ao romantismo, sempre brega como tem que ser, de “Ainda é tempo pra ser feliz”, ao hit de Maria Rita, “O que é o amor”, e não ficar triste quando “Chegamos ao fim”. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"> Isso é Arlindo. Só faltou a minha amiga ganhar uma das dezenas de toalhinhas suadas que ele atira ao público durante o show. Muito estilo. Bem que ela tentou. Em vão. O show não tinha 15.000 pessoas, mas tava cheio de fãs de um dos mestres do batuque nacional, nascido no fundo do nosso quintal. </p>
<p>PS: Ai que preguiça&#8230; mas aqui promessa é dívida. Pode demorar, mas uma hora é cumprida</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/doistoques.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/doistoques.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/doistoques.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/doistoques.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/doistoques.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/doistoques.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/doistoques.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/doistoques.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/doistoques.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/doistoques.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/doistoques.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/doistoques.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/doistoques.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/doistoques.wordpress.com/162/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=162&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A luz de Dona Ivone Lara brilha em Boteco qualquer</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 03:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>schreiner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Redação]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO PAULO (cavaco na mão, começo) – Que São Paulo é uma cidade cheia de opções de shows, não é nenhuma novidade. Só uma passada de olhos pelos jornais já comprova isso. Tudo bem, nem todas agradam ao seu e ao meu gostos. Há umas caras, outras muito caras. Umas pops, outras superpops (mal Luciana [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=158&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://doistoques.files.wordpress.com/2009/09/dona-ivone.jpg?w=102&#038;h=102" alt="dona ivone" title="dona ivone" width="102" height="102" class="alignleft size-full wp-image-159" />
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><img src="http://doistoques.wordpress.com/wp-admin/" border="0" alt="" width="1" height="1" /><span style="font-family:Georgia;"> SÃO PAULO (cavaco na mão, começo) – Que São Paulo é uma cidade cheia de opções de shows, não é nenhuma novidade. Só uma passada de olhos pelos jornais já comprova isso. Tudo bem, nem todas agradam ao seu e ao meu gostos. Há umas caras, outras muito caras. Umas pops, outras superpops (mal Luciana Gimenez, foi sem querer querendo). E tem aquelas que acontecem um pouco mais escondidas, ao menos, das lentes da grande mídia. Não me lembro de ter lido em algum jornalão por ai: “Arlindo Cruz se apresenta nesta sexta na Peruche” ou “Dona Ivone Lara faz show para poucos no Boteco do Seu Zé”. Não sei se é por que para virar notícia o que interessa é onde eles se apresentam ou como a informação chega ao jornal, via publicidade, jabás ou afins. Enfim, vamos parar de choradeira, e ao que interessa. Eles aconteceram. E vou te contar que foram bons. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"><br />
Agora não me lembro qual foi primeiro. Não faz muito tempo. Um mês talvez. Deixa eu ver no ingresso. Ahh, não to achando, deixa pra lá. Vou começar respeitando a tradição. Primeiro os mais velhos. Afinal, 87 anos e ainda mandando bala não é pra qualquer mortal. Dona Ivone Lara é isso. Quando fiquei sabendo que a dama do samba ia se apresentar em um bar na Mourato Coelho, achei que não conseguiria vê-la ou que seria um Deus nos acuda pra estar entre os privilegiados daquela noite. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"><br />
Na hora, estava no caixa do Boteco, pagando umas cervejas antes de ir pra casa e acordar na segunda-feira. Tentei comprar no mesmo instante, assim que a imagem da velhinha de óculos pesados, em um flyer anunciando o show, bateu na minha retina. Não era alucinação, mesmo assim não teve como. As vendas só começariam na semana seguinte. Mais uma vez o medo e ansiedade tomou conta das minhas sinapses. Algumas ligações e convites depois, vi que teria que bater ponto ali na semana seguinte. Tudo bem, não foi um sacrifício. Depois de sete dias, cinco ingressos na mão e 100 reais a menos (ainda seria reembolsado por quatro deles, afinal não tenho filho desse tamanho), tudo levava a crer que não conseguiríamos um bom lugar. Em casas pequenas e shows tão vips, para poucas pessoas, a tendência é que os menos influente$ caiam na dança da solidão. Não foi o que ocorreu, por incressa que parível. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"><br />
No grande dia, a mesa estava lá. Tudo bem não era aos pés de Dona Ivone, mas ficava a uns quatro metros de seu dedão direito. Era apertada? Era. Não cabiam quatro pessoas? Não cabiam. Beleza, vemos em pé aos pés dela então. Na chegada da sambista, os seguranças tiveram que abrir passagem para ninguém ter a infelicidade de machucá-la. Todo cuidado era pouco. A casa não estava cheia é bem verdade, mas todos os súditos queriam ficar perto da rainha. Achei que iam ter alguns bambas e nobres conhecidos na área. Nada também. Engraçado, na hora nem prestei atenção a isso, como achava que aconteceria. Só me lembrei disso agora, porque na hora só tinha olhos pra ela. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"><br />
Dona Ivone sentou em seu trono e foi logo mandando o recado: “eu vim de lá, eu vim de lá pequenininho, ahhh eu vim de lá pequenininho, alguém me avisou pra pisar nesse chão devagarinho&#8230;”. A banda era boa, formada pelos meninos da casa e a cantora titular do domingo, conhecida entre nós como Maria Rita, apesar de seu nome não ser esse, certamente. Faltou um pouco de entrosamento nos primeiros versos. O rapaz do som teve muito trabalho pra arrumar a chiadeira, já que o bar não tem a acústica e o preparo de uma grande casa de show. Mesmo assim, tudo seguiu mais que nos conformes. Em pouco tempo , o público fazia o coro para a grande dama e batia na palma da mão com os meninos do batuque. Dez ou doze sucesso depois&#8230; “Acreditar eu não, recomeçar, jamais, se a vida foi em frente, você simplesmente não viu o que ficou pra trás, acreditar&#8230;”.</p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"><br />
Confesso que a vista ficou embaçada. Não é todo dia que você vê uma lenda viva, a quatro passos de você com tamanha disposição aos 87 anos. O corpo mostrava claramente o estado de fraqueza em que ela se encontrava. Mas a voz e os olhos mostravam um brilho diferente durante os 60 minutos de cantoria. Coisa que não dá pra descrever. Mistura de alegria, cansaço, orgulho, paixão pela vida, pelas pessoas e pelo samba. Coisa que não sai no jornal todo dia. Obrigado por ter vindo, Dona Ivone. </p>
<p>PS: Fico devendo o show do Arlindo Cruz, foi coisa fina também. Infelizmente, o sono pesou nas pápebras. Té mais  </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/doistoques.wordpress.com/158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/doistoques.wordpress.com/158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/doistoques.wordpress.com/158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/doistoques.wordpress.com/158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/doistoques.wordpress.com/158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/doistoques.wordpress.com/158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/doistoques.wordpress.com/158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/doistoques.wordpress.com/158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/doistoques.wordpress.com/158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/doistoques.wordpress.com/158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/doistoques.wordpress.com/158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/doistoques.wordpress.com/158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/doistoques.wordpress.com/158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/doistoques.wordpress.com/158/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=158&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>As pelejas jogadas em partidas de pelada são de rachar o baba</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 03:51:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>schreiner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Redação]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO PAULO (Marcelinho acaba de fazer gol no Curi, canalha) – Jogo, partida, pelada, peleja, racha, rachão, baba… Baba? Isso mesmo. Existe lugar no Brasil em que essa saudável brincadeira com duas traves e alguns malucos atrás de uma bola é denominada baba. Mais precisamente pelas bandas da Bahia. Dizem que a expressão vem da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=doistoques.wordpress.com&amp;blog=1265436&amp;post=153&amp;subd=doistoques&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://doistoques.files.wordpress.com/2009/07/dsc_0020.jpg?w=499&#038;h=334" alt="DSC_0020" title="DSC_0020" width="499" height="334" class="aligncenter size-full wp-image-155" />
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><img src="http://doistoques.wordpress.com/wp-admin/" border="0" alt="" width="1" height="1" /><span style="font-family:Georgia;"> SÃO PAULO (Marcelinho acaba de fazer gol no Curi, canalha) – Jogo, partida, pelada, peleja, racha, rachão, baba… Baba? Isso mesmo. Existe lugar no Brasil em que essa saudável brincadeira com duas traves e alguns malucos atrás de uma bola é denominada baba. Mais precisamente pelas bandas da Bahia. Dizem que a expressão vem da idéia de se jogar futebol sem profissionalismo, de forma amadora, o sentido teria surgido da frase “esse jogo está uma baba (de quiabo)”. Verão que pouco importa. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"><br />
Deve ser por isso que aqueles baianos não ligavam tanto assim para o gol. A meta parecia ser tirar sarro do adversário. O palco era a praia da Coroinha, em Itacaré. Não é exatamente a capital do futebol no estado. Numa primeira bisoiada, eles estavam longe do nível dos rachas das praias aqui do sul. Visto da calçada, a bola pouco rolava e não se via aquela troca de passes longos, característico dos velhacos da Lagoinha. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"><br />
Confesso que já fiquei de língua caída nas pelejas contra os tiozinhos da Tabatinga. Em campo, eles nem pareciam os pais de família com suas latinhas de cerveja e salgadinhos de minutos antes. Deve ser coisa da redonda. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"><br />
Nas areias baianas não foi diferente. Pra começar as regras eram diferentes por lá. Não existe essa de time de fora e 10 minutos ou dois gols. Começado o baba, os dois times só saem quando quiserem. Por isso, pra entrar no jogo é bom conhecer alguém antes da bola rolar ou torcer pra alguém sair. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"><br />
Comigo, quase que a segunda hipótese deu certo. Estava do lado de fora querendo tirar uma lasquinha do baba já começado. Claro que o paulista não conhecia o estatuto local. Percebi que não tinha time de fora, mas ali estava um cabeleira reclamão doido pra entrar. Sua putice era percebida por todos. Dizia que foi sacaneado e deveria estar mostrando sua habilidade em campo. Não parecia ter muita, é verdade. Chegava a ameaçar chutar a bola pra longe, caso a coitada parasse perto dele. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"><br />
Achei que era brincadeira de amigo, até que ele cobrou um tiro de meta a la Marcão em direção ao mar. Todos levaram numa boa. Parecia ser esse o espírito do lugar. Nada de regras, nem rancor. Até que um dos escalados para a disputa resolveu sair para dar lugar ao cabeleira. O marrento não quis entrar, é claro. Foi então que ouvi a esperada oferta. Não titubiei. Sou idiota, mas não sou trouxa. Entrei já perguntando o time e pra onde atacava. 30 segundos se passaram e o mal-estar já começava a se instalar. Logo entendi.</p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"><br />
O substituído queria apenas dar lugar ao cabeleira, e o reclamão não queria entrar. Não queria nem saber (coloca a menina pra rolar). Não teve jeito. Tive que sair para o substituído voltar, e o baba parado há 5 minutos continuar. Mas a minha vez ainda estava por chegar.</p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"><br />
Tive de amenizar minha vontade de bola em um futebol mirim. Não eram crianças propriamente ditas, mas preferiam jogar em um semigramado com relevo de minigolfe a desfrutar do outro campo de areia ao lado do baba oficial. O tempo passou e lá pelas tantas, quando já estava tirando meu time de campo, surgiu outro desafio de baba. O jogo principal da praia da Coroinha já havia acabado e o palco estava vazio. </p>
<p style="line-height:15.6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;"><br />
Meu time seria formado pelos jogadores mirins. Do outro lado, o adversário parecia mais bem preparado para a brincadeira. Pelo menos metade da esquadra tinha 1,80 m e 90 kg. Cidade de praia. Todos com cara de jogadores de capoeira em plena atividade. Mas aqui é curi, eu precisava chutar em direção a uma trave e não de ter dois chinelos como a meta.</p>
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O baba começou. Dez minutos se passaram e tava lá. 2 a 0 para eles, fora o baile. Ali comecei a entender melhor o significado da palavra. As jogadas individuais determinavam o ritmo de jogo. Ao contrário da minha primeira impressão, sim&#8230; eles eram habilidosos, sabiam lançar, cabecear e cruzar com precisão. Meu time estava tomando um sacode. Até que em uma tabela pela meia esquerda, acertei uma pancada no gol, 2 a 1. Certeza que eles não colocavam fé no paulista magrinho e branquelo. Mas futebol tem dessas. </p>
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Outra bola na corrida e pau. O goleiro espalmou e ficou atordoado. O nosso time começou a crescer e a igualar as ações. O guarda-metas gritava com a zaga da sua squadra. “Segura o de branco, não deixa chutar.” Senti que estava com moral e gostava do jogo, mas o preparo não é mais o de outros tempos. Sem saber se agüentaria muito mais, ainda queria sair por cima. </p>
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Não é que ela tem dessas. Recebi outra bola pela esquerda, cortei um marcador e pau. Ta lá, Mais um. 2 a 2. Era a hora puxar o carro Três minutos depois falei com um dos espectadores e a substituição foi feita. </p>
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Os meninos continuaram jogando por mais uma hora. Eles podem. Baba, rachão, racha. peleja. pelada, partida, jogo&#8230; Não importa qual a graça, a alegria ou o sassarico, Os encantos da redonda ultrapassam fronteiras e subvertem a lógica de cada um.     </p>
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